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Tudo sobre Leishmaniose Canina

Autor: Carolline Guarche
Categorizados em: Adulto Cachorros FIlhote Saúde Senior Tem pet
Tudo sobre Leishmaniose Canina

A leishmaniose visceral canina é zoonose, ou seja, pode ser transmitida de animais para humanos e vice-versa. Essa doença é considerada grave, podendo levar ao óbito tanto o humano quanto o cachorro infectado.

O que é a Leishmaniose?

A Leishmaniose canina é uma infecção parasitária causada por protozoários que atacam o sistema imunológico do animal. Quando em contato com seu hospedeiro, o cachorro, o parasita começa a atacar as células fagocitárias. Ele se liga a essas células e começa a se multiplicar, atacando mais partículas. Nessa propagação, podem atingir órgãos como fígado, baço e medula óssea.

Transmissão:

A transmissão é feita pela picada do mosquito Flebótomo infectado, também conhecido como “mosquito palha” ou “birigui”. Um cão infectado não transfere a doença para um cachorro saudável.  A transmissão só ocorre pela picada do mosquito. Desta forma, o homem só pode ser infectado se também for picado pelo flebótomo contaminado. Os gatos não sofrem com essa doença.

Quais os tipos de leishmaniose:

Existem dois tipos de leishmaniose, a cutânea e a visceral. A cutânea é causada por dois tipos de parasitas, leishmania braziliensis e mexicana. A visceral é originada pelos parasitas leishmania donovani, infantum e chagasi, Mas é importante saber que em 99,9% dos casos se trata da leishmaniose visceral. Isso porque a cutânea não tem o cachorro como o seu principal alvo, e a visceral, sim.  

Sintomas de leishmaniose em cães

Os sintomas são diversos. Os sinais externos são característicos, como lesões, descamação e coloração branca prateada na pele.

Nas patas, pode ocorrer infecção, pele grosseira por excesso de produção da queratina e unhas espessas em formato de garras. Além disso os machucados que não saram nunca e feridas na orelha também são comuns e servem de alerta para a doença. Outra sintoma da leishmaniose é os cães infectados podem apresentar problemas oculares. Fique atento à  secreção persistente, piscadas excessivas e incômodo nos olhos.

O cachorro ainda pode apresentar nódulos e caroços. Geralmente, eles aparecem porque o sistema de defesa do organismo age contra o ataque da zoonose.

Diagnóstico:

Além da observação clínica do veterinário durante a consulta, existem exames laboratoriais para o diagnóstico de leishmaniose canina. A primeira e mais confiável é a de observação do parasita. Entretanto, existem desvantagens para essas formas de diagnóstico. isso acontece principalmente quando a infecção é quieta ou está no início. Por isso surgem os falsos negativos ou não se confirma a presença do parasita. 

Exames laboratoriais:

A confirmação da doença pode ser feita através de exame de sangue, que irá apontar o aumento de enzimas hepáticas ou anemia. Além disso, também pode ser feito o exame citológico, feito a partir de pequenas amostras de tecido, como a medula óssea, baço e fígado.

Causas:

A Leishmaniose canina é comumente associada a locais onde as condições sanitárias são precárias. Geralmente, é encontrada em volta de ambientes que não são bem higienizados. Isso porque o mosquito põe seus ovos em locais ricos em matéria orgânica, o que inclui até mesmo a terra.

Leishmaniose tem cura?  

A doença não tem cura, mas existem tratamentos e medicamentos que amenizam os sintomas.

Tratamento de Leishmaniose

O tratamento é uma cura parcial, pois o parasita continua vivendo no cachorro. Mas, o método é caro, longo e requer muitos cuidados e um acompanhamento intenso. São ações que durarão a vida toda do pet.

Prevenção:

Limpeza:

Uma das principais formas de prevenção é evitar a proliferação do mosquito. Como ele gosta de ambientes ricos em matéria orgânica, é importante manter o ambiente onde o cão vive higienizado.

Tela de proteção:

Instalar telas de proteção em casa pode ajudar a proteger o pet, impedindo que o mosquito entre e contamine o cachorro.

Repelente:

Coleira repelente, soluções ou citronela afasta o mosquito do pet.

Vacina:

A vacina pode ser tomada por filhotes acima dos 4 meses de idade. É administrada em três doses, com intervalo de 21 dias entre elas. Entretanto, é preciso ressaltar que somente os cachorros avaliados com soro negativo podem ser vacinados. E embora seja importantíssima para a prevenção a vacina não protege 100% o animal.

Horários:

Mantenha o cachorro dentro de casa ao entardecer, entre 18h e 6h. Além disso, não leve o pet para áreas endêmicas sem que ele esteja protegido.

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