PARA ANUNCIAR CLIQUE AQUI | GRÁTIS :: PETS E SERVIÇOS

Saiba como identificar, tratar e prevenir o bicho geográfico

Autor: Nathalia Perone
Categorizados em: Cachorros Gatos Não tem pet Quer mais 1 Saúde Tem pet
Saiba como identificar, tratar e prevenir o bicho geográfico

A larva migrans cutânea, mais conhecida como bicho geográfico, é um parasita que atinge o sistema digestivo dos animais e do ser humano; é considerado uma zoonose. Saiba mais sobre a doença a seguir. 

Transmissão do bicho geográfico em cachorro e gato

Nos cães e gatos, a transmissão do parasita pode acontecer através da ingestão na placenta, durante a gestação do filhote. Ou então, pelo contato da pele do animal como o parasita que está contido nas fezes. O bicho geográfico atravessa a pele do pet e movimenta-se de forma bem superficial.

Como os cães têm o hábito de cheirar as fezes e algumas vezes até entram em contato com ela, é comum a contração através da pele. 

Transmissão do bicho geográfico em humanos

Em humanos, a única forma de transmissão é através do contato da pele com o parasita que, em geral, está nas fezes do animal. Neste caso, o parasita também movimenta-se superficialmente na pele e deixa linhas avermelhadas por onde passa. 

Caminhar descalço na terra, e até mesmo em praias com acesso permitido de animais são formas comuns de contrair o parasita. 

Sintomas do bicho geográfico em cachorro e gato 

Quando o filhote ingere o bicho geográfico através da placenta, no útero da mãe, costuma apresentar sintomas ligados a doenças gastrointestinais como diarréias, vômitos, queda de pelos, apatia e anemia. 

Agora, se as larvas entrarem em contato com a pele do animal, não conseguem alcançar os intestinos dos cães e gatos. Mas, liberam toxinas por onde passam, deixando uma espécie de linha vermelha, pouco visível por conta dos pelos, e podem causar um quadro de alergia respiratória como falta de ar e tosse. Além disso, a larva pode causar irritação na pele, coceira e até mesmo bolhas. 

Sintomas do bicho geográfico em humanos 

O primeiro sinal da doença nos humanos são as linhas vermelhas na pele, que indicam o caminho que o parasita percorreu. Essas marcas podem coçar bastante e até formam bolhas, pois, a larva solta uma substância tóxica enquanto movimenta-se. As lesões causadas ao coçar pode causar uma infecção bacteriana na pele. 

Tratamento do bicho geográfico em humanos e animais 

Para tratar o bicho geográfico, é necessário que o contaminado tome o vermífugo o quanto antes para tratar o mal pela raíz. No caso de animais com diarréia e vômito, é fundamental tratar a possível desidratação. Em quadros com infecção de pele, o tratamento tópico deve acompanhar o remédio antiparasitário. 

Prevenção do bicho geográfico em humanos e animais 

A prevenção mais eficaz para o bicho geográfico é simples: vermifugar os animais. Além disso, evite andar descalço na terra e em locais onde há ocorrência de fezes de animal no solo, como algumas praias.

Já falamos sobre verminoses em animais. Leia nosso artigo!


Quer receber dicas animais?

Melhores amigos sabem tudo um do outro :-) Inscreva-se e receba notícias, dicas e promoções. A gente adora contar novidades!

Selecione abaixo como quer compartilhar este conteúdo
Fechar Um e-mail foi enviado para você redefinir sua senha