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Ataque epilético em cachorro: o que fazer?

Autor: Carolline Guarche
Categorizados em: Saúde
Ataque epilético em cachorro: o que fazer?

Os cães podem sofrer com diversas doenças muito comuns para nós, humanos. Mas, alguns desses males são perigosas, por isso, é importante conhecê-las e entender como agir nestes casos. 

O que é epilepsia?

 A epilepsia, ou epilepsia idiopática, é causadora de convulsões repetitivas. As crises são causadas por uma descarga elétrica excessiva no cérebro do cão. Como resposta, o corpo altera a algumas funções, relaxando e contraindo os músculos, resultando em movimentos bruscos, conhecidos como convulsão. 

Normalmente, um cão com epilepsia apresentará sintomas de convulsão entre os 6 meses ao 3 ano de idade.  Mas, infelizmente, quanto mais jovem as crises aparecem, mais difícil de controlar a doença. 

Os ataques ocorrem em intervalos regulares, seja semanalmente ou mensalmente. Conforme a idade, a epilepsia começa a se agravar e os intervalos diminuem. 

O que causa a epilepsia?

Não se sabe ao certo o que causa a epilepsia. Estudos indicam que, em algumas raças, os ataques são genéticos, passados de geração para geração. 

A epilepsia só causa as crises, ou seja, o cão vive normalmente entre os períodos de ataques, não demonstrando nenhum tipo de mudança ou alterações comportamentais. 

Raças propícias:

Os ataques epiléticos são mais comuns em raças maiores. Mas, qualquer animal está propício a apresentar a doença.

Sintomas:

Os animais caem de lado, com o corpo esticado e duro, com espasmos musculares. Além disso, essas contrações podem fazer com que o pet morda a língua. Em casos mais graves, os cachorros podem vomitar, ter desconforto abdominal, seguido por diarreia; salivação excessiva e lambedura compulsiva. Outros sintomas são: posição de alerta, agachados, fortes tremores e perda de equilíbrio. 

Tratamento:

Existem medicamentos anticonvulsivantes, mas só devem ser utilizados com prescrição médica. 

O remédio ajuda a controlar os ataques, normalizando as ondas cerebrais do pet. 

Cuidados com um cão epiléptico:

É importante ficar sempre atento ao pet e não deixá-lo sozinho. Além disso, siga sempre as recomendações do veterinário e não cruze para não propagar a doença.

 Fora isso, o cãozinho vive a vida normalmente. 

Já falamos sobre o bicho geográfico, Confira!

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