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Alzheimer em pets: entenda melhor esse problema

Autor: Paula Semer
Categorizados em: Adulto Cachorros Gatos Quer mais 1 Saúde Senior Tem pet
Alzheimer em pets: entenda melhor esse problema

Você sabia que os bichinhos também podem ter Alzheimer? Fique atento aos sinais

O aumento da longevidade nas últimas décadas nos dá motivos de sobra para comemorar. No entanto, isso também favorece o aparecimento de doenças relacionadas à idade, como câncer, artrite e insuficiência cardíaca. Com o avançar dos anos, os cães velhinhos podem desenvolver a chamada Síndrome da Disfunção Cognitiva (SDC), conhecida popularmente como Alzheimer canino.

Mas além da tendência carregada nos genes, a idade é um fator determinante para o surgimento e a evolução da SDC, que dá as caras em cães com mais de 7 anos. Essa doença neurodegenerativa causa mudanças no comportamento que, no início, podem passar despercebidas. Entre os sintomas está o desequilíbrio do sono (tanto o excesso como a falta dele), a perda auditiva e a desorientação espacial. Fique atento se o seu amigão começar a fazer as necessidades no lugar errado. Apresentar dificuldade para fazer trajetos conhecidos. Ou para reconhecer pessoas e comandos que sempre foram familiares também são sinais de que algo está errado. Outros sinais do Alzheimer canino são os problemas de interação e a agressividade.

E os gatos?

Os gatos também não estão livres desse mal. Pesquisas recentes encontraram uma proteína no cérebro dos bichanos que atrapalha o processamento das informações nervosas. Isso caracteriza o Alzheimer nesses animais – ou “Catzheimer”. Os maiores fatores de risco são a idade avançada e a predisposição genética.

Como a identificação da doença em animais não é das mais simples, acredita-se que ela seja subdiagnosticada. Ou seja, que existam mais bichinhos com Alzheimer por aí do que se tem notícia. O mais importante, no entanto, é se certificar de que esses peludos da terceira idade possam viver com o máximo de qualidade e bem-estar. Embora a síndrome não tenha cura, é possível retardar o processo degenerativo – principalmente se estiver em fase inicial – com o uso de medicamentos, alimentação e uma rotina organizada, com horários fixos para passear, por exemplo.

 

Já demos dicas de como escolher um plano de saúde para o seu amigão aqui!

Alzheimer em pets: entenda melhor esse problema
autor

Paula Semer

Paula Semer é jornalista, está em São Paulo, escreve livros para crianças e dá aulas de yoga. Depois de anos sem pensar em cachorro, acaba de se apaixonar perdidamente por um novo filhote!

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