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Quem fica com o pet no divórcio?

Autor: Paula Semer
Categorizados em: Adulto Cachorros Dicas Gatos Lifestyle Senior Tem pet
Quem fica com o pet no divórcio?

Como membros da família, os mascotes também entram na equação da partilha quando um casal se separa. Se você está passando por esse momento delicado, veja o que levar em conta para que esse processo possa ser vivido da maneira mais confortável para todos.

1.O melhor para o peludo

Pelo bem-estar do seu animal de estimação, é fundamental ponderar. Respondam perguntas básicas: quem terá um espaço mais adequado para um gato ou cachorro? Quem terá mais tempo e disposição para cuidar dele? Certamente, não será boa ideia deixa-lo com quem trabalha fora o dia todo. No caso de um gato, por exemplo, que é mais territorialista, talvez valha a pena mantê-lo na casa onde já vive. De qualquer forma, não se preocupe se houver a necessidade de uma mudança. Com os devidos cuidados, seu pet logo se adapta.

2.Quesito apego

Sempre tem alguém que é mais grudado com o amigo de quatro patas – que, em geral, coincide em ser a pessoa à qual o bichinho é mais apegado e obedece mais. Se o casal tem filhos, vale a reflexão de como a distância pode impactar nas crianças. Ter por perto um companheiro com quem elas convivem e criaram uma relação de afeto pode ser importante nesse momento de transformação na vida da família.

3.Guarda alternada

É importante chegar a um acordo que deixe todos confortáveis. E vocês também podem testar o que funciona melhor antes de tomar uma decisão. Se a solução é que os dois se dividam nos cuidados com o animal, sem problemas. Mas aí é recomendável que o pet tenha uma casa fixa – mesmo que vá passar o fim de semana em outra de vez em quando.

4.Condições financeiras

O conforto do seu pet também depende disso. É possível chegar a um acordo e os gastos podem ser divididos para não sobrecarregar ninguém. Mas o fato é que ração, medicamentos, vacinas e veterinário são despesas que precisam ser levadas em consideração no orçamento.

5.O que diz a Justiça

Animais são membros da família e a guarda deve ser decidida de forma semelhante à custódia de crianças e adolescentes. Esse foi o entendimento da 7ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo. De acordo com o tribunal, cabe às varas de Família julgar ações sobre visitas e guarda dos animais. Os desembargadores aplicaram, por analogia, as regras previstas no Código Civil para menores de idade.

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Quem fica com o pet no divórcio?
autor

Paula Semer

Paula Semer é jornalista, está em São Paulo, escreve livros para crianças e dá aulas de yoga. Depois de anos sem pensar em cachorro, acaba de se apaixonar perdidamente por um novo filhote!

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