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Agosto: o mês do cachorro louco

Autor: Nathalia Perone
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Agosto: o mês do cachorro louco

Você já ouviu falar que agosto é o mês do cachorro louco? São muitas explicações para a crendice que passeia pelo Brasil há anos. Você sabe quais são?

Contexto histórico

Agosto: o mês do cachorro louco

Uma delas é um tanto reflexiva: o engavetamento de fatos históricos trágicos que aconteceram no mês de agosto.

Como o início da Primeira Guerra Mundial em 1914, Hitler tornando-se chefe de Estado em 1934 ou as bombas de Hiroshima e Nagasaki em 1945.

Coincidência ou não, o termo cachorro louco pode referir-se a ação do homem nestes acontecimentos e as consequências destes atos. 

 

Saúde

Agosto: o mês do cachorro louco

Mas, a teoria mais viável, é diretamente ligada ao nosso amigão. O mês de agosto é um dos mais gelados do ano. Essa condição climática favorece o período fértil das cadelas: o cio. Por isso, o comportamento dos machos nesta época podem ter originado o nome.

Além do mais, durante o cio de uma cadela, os cachorros brigam muito entre si. Pois, seus hormônios sexuais ficam a milhão. Então, são muito recorrentes os ferimentos, que podem ser a causa da transmissão da raiva.

A doença do cachorro louco

A raiva é uma das  zoonoses mais graves. Pois, é transmitida por um vírus que compromete o Sistema Nervoso Central. Sua forma de contaminação mais frequente é através da saliva em contato com a pele. Ou seja, pela mordida de animais contaminados. 

O principal sintoma da raiva é a agressividade. Por isso é conhecida como a doença do cachorro louco. Apesar de ser contagiosa a todos os mamíferos. Além disso, o infectado pode apresentar excesso de saliva- que caracteriza-se pela espuma na boca Na última fase da doença, é recorrente paralisações dos membros e convulsões.

Prevenção

Não é a toa que todo mês de agosto há campanhas de vacinação contra raiva para cães e gatos em todo o país. É muito importante que o tutor vacine o pet, após os quatro primeiros meses de vida. E deve ser reforçada anualmente.

Em casos de ferimentos causados por mordidas de gatos e cachorros, é importante investigar o histórico do animal. Caso não seja possível verificar a carteira de vacinação do animal, ou se o pet não estiver devidamente imunizado, é importante procurar um médico. Pois, o ferimento deve ser desinfectado e as providências contra a doença devem ser tomadas.

O Centro de Controle de Zoonozes (CCZ) também está a disposição em tempo integral para atender e orientar sobre os casos de infecções causadas pelos animais. Lembre-se:  raiva mata. Mas, pode ser prevenida. Faça sua parte!

Já falamos sobre cio. Leia nosso artigo!

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Agosto: o mês do cachorro louco
autor

Nathalia Perone

Jornalista, apaixonada por animais. Mãe do terrível Nicolas (Nick para os mais íntimos), um poodle branco que é só amor. Em seu tempo livre, adora parques, uma boa conversa entre amigos e cantar no chuveiro.

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