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Meu filho tem medo de cachorro. E agora?

Autor: Nana Tucci
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Meu filho tem medo de cachorro. E agora?

A maioria das crianças é doida por bichos e sonha em ter um cachorrinho de estimação. E às vezes eles insistem tanto que acabam convencendo os resistentes pais a embarcar no universo canino. Mas e quando a situação é a inversa, e o pequeno morre de medo de chegar perto de um amigão de quatro patas?

O que fazer?

Se esse é o seu caso, o primeiro passo para ajudar o seu filho é não subestimar seu medo. Comece dizendo que tudo bem se sentir assim, explicando que você também sente medo de alguma coisa às vezes. Mas que é importante a gente conseguir superar o problema.

Se Joana, de 6 anos, a caçula da dentista Letícia Costa, encontra um cachorro, ela se afasta. “Quando estamos numa praça e cruzamos com algum, ela aperta minha mão com força e pede para ir embora”, conta a mãe. Acrescentando que já teve até que esperar outro elevador porque a filha se recusava a chegar tão perto de um peludo.

Letícia não sabe o que desencadeou esse medo que a filha sente não só por cachorros, mas por todos os animais (incluindo abelhas, pombas e até borboletas).  Até os 2 anos, Joana conviva normalmente com uma gata da família que morreu, Nana. “Ela nunca foi muito apaixonada por animais, mas não tinha medo”, lembra.

Joana não diz para a mãe do que exatamente tem medo. De um ataque ou de ser mordida, por exemplo. Só demonstra sentir. Não houve nenhum episódio, que ela saiba, responsável por motivar esse temor, mas Letícia pensa em procurar a ajuda de um psicólogo para investigar o que pode ter acontecido e ajudar a filha. Afinal, um medo que paralisa desta maneira é prejudicial para a pequena.

A irmã mais velha, Pilar, de 8 anos, inclusive, pede para ter um animal de estimação – mais um motivo para a família ajudar Joana a relaxar e aproveitar a companhia dos bichinhos.

E como é que a mãe lida com isso hoje? “Eu tento mostrar para ela que não existe motivo para medo, chego perto do animal, faço um carinho”, conta. No mais, respeita o sentimento da filha e não força a convivência com os bichos.

Respeitar o sentimento deles é essencial

Em vez de duvidar ou julgar, passe confiança. “Eu sei como aquele cachorro ali está te assustando. Vamos passar por ele juntos, de mãos dadas com a mamãe”, é o melhor que você pode fazer.

É importante também perceber se o seu filho sente medo ou fobia. Se for só um medo gerado por uma experiência ruim (mordida, rosnada…)  ou pelo desconhecido (não ter familiaridade com cachorros) é mais fácil de passar do que se for uma fobia. A fobia é mais irracional e geralmente vêm acompanhada as sensações físicas similares as de uma crise de ansiedade.

Uma maneira bacana de ajudar é promovendo brincadeiras que explorem a imagem do animal. Vocês podem juntos alimentar e dar banho em um cachorrinho de pelúcia, montar juntos quebra-cabeças com fotos de cães, assistir desenhos animados que tenham os peludos como protagonistas e por aí vai. Tudo isso tende a acalmar seu pequeno e ajudá-lo a enxergar os cachorros como os fiéis e divertidos companheiros que eles são.

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Meu filho tem medo de cachorro. E agora?
autor

Nana Tucci

Nana Tucci tem 31 anos, é jornalista, adora tudo que é caipira, fazer (e comer) doces e um bom banho de cachoeira. Mora numa casa feliz e bagunçada com o Jota e os dois filhos, Bento e Tito, a gata Abacaxi e a cadela Panqueca.

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